terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Viver é as vezes arriscar.

 

Só vive o extraordinário quem aceita caminhar mesmo com medo, se permitir sentir de novo, entender que nem sempre terá todas as respostas e escolher viver com intensidade.

Com o tempo, percebi que ser excessivamente pé no chão não me dava espaço para viver tudo o que eu queria.

 Segurança em excesso nos mantém na superfície, arriscar, se jogar e sair do controle tem sido experimentar uma mistura de loucura e liberdade algo que só vivendo é possível compreender.


D.L.Z